sexta-feira, 7 de junho de 2024

Reflexão final (individual) - Mariana Pires Claré - 08/06

Olá!

Tendo em consideração as diversas aprendizagens que vim a desenvolver durante o 2.º semestre, a nível da Unidade Curricular de TIC, passarei a fazer um balanço final relativamente ao meu percurso na UC em questão.

Tal como tinha idealizado previamente, antes de iniciar este percurso, fiquei a conhecer diferentes estratégias de ensino, em que as tecnologias funcionaram como um recurso útil, vantajoso e potencializador do ponto de vista da aprendizagens (no que respeita ao 1.º ciclo do Ensino Básico). 

De facto, pude compreender que as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no 1º ciclo do ensino básico possuem diversas potencialidades educativas, a vários níveis. Destaco, em primeiro lugar, que as TIC permitem que o professor trabalhe qualquer área do conhecimento, articulando-a(s) com a literacia digital. 

Assim, acredito que esta área do conhecimento permite igualmente que os alunos desenvolvam aprendizagens mais interativas e motivadoras, pois as tecnologias representam um recurso dinâmico, interessante e, atrevo-me a dizer, apelativo. Assim, se os profissionais de educação integrarem recursos tecnológicos no seu contexto educativo (por exemplo, computadores, robôs...), estarão a contribuir para o interesse e para a motivação dos alunos. Consequentemente, as crianças desenvolverão aprendizagens mais significativas. 

Considero também que o meu percurso nesta UC acabou por contribuir para que fortalecesse a minha opinião convicta de que, se as tecnologias forem incluídas na sala desde cedo, este aspeto permitirá que as crianças desenvolvam competências digitais precocemente. A meu ver, estas aptidões são essenciais para o futuro educativo e até profissional dos alunos, uma vez que as tecnologias se encontram cada vez mais presentes no nosso quotidiano. 

Creio ainda que as tecnologias podem também funcionar como um recurso facilitador de estratégias de diferenciação pedagógica. Efetivamente, ao permitirem um certo automatismo e praticidade (por exemplo, a nível da adaptação de determinados conteúdos a lecionar), facilmente se poderá alterar determinado instrumento/recurso, personalizando-o de acordo com as necessidades individuais das crianças.

Defendo que a Área Curricular das Tecnologias de Informação e Comunicação poderá ser um contributo positivo para o desenvolvimento do pensamento crítico, reflexivo e criativo, uma vez que as ferramentas digitais incrementam a resolução de problemas e a própria criatividade (duas competências essenciais para o desenvolvimento cognitivo). Paralelamente, esta área do conhecimento facilitará a aquisição de competências que privilegiem a aprendizagem colaborativa, pois a partir de diversos recursos digitais os docentes poderão promover o trabalho em grupo e a colaboração, ajudando os alunos a desenvolverem habilidades sociais e de comunicação. Por exemplo, no último contexto de estágio em que fui integrada, os alunos participaram num projeto a pares, em que tiveram de criar um livro digital na plataforma Storyjumper e apresentá-lo à turma. Neste sentido, observei permanentemente que os alunos desenvolveram competências associadas à cooperação e comunicação.

Em suma, no meu futuro profissional tenciono vir a apropriar-me das TIC, que funcionarão como um contributo versátil para que as crianças desenvolvam diversas aprendizagens. 

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